Orar é a solução

Esses dias tive acesso a um conto escrito pelo meu pai intitulado “Caminhos do Destino”. Nele, temos uma narrativa de como toda a sua vida espiritual começou e o levou até o Sacerdócio na Umbanda, no Centro Espírita Maria da Conceição do Mar, na Penha (RJ). Dentre todos os casos e seus detalhes, relatos deContinuar lendo “Orar é a solução”

A verdadeira religião

Sabemos que as religiões são formas do homem se conectar com o divino. Elas concentram um grupo de indivíduos que, unidos, louvam, pedem, se espelham em uma ou mais divindades. Temos, dentre as mais conhecidas, a Umbanda, o Candomblé, a Quimbanda (esta última, no Brasil, está mais para um “conceito religioso” do que de fatoContinuar lendo “A verdadeira religião”

Reflexões sobre Magia

A Magia e a forma como nos relacionamos com ela mudou. Todavia, as mudanças são esperadas quando tratamos de algo que está em constante movimento e que acompanha as civilizações e a evolução da raça humana. Com tantas ferramentas à disposição, seria muito rude de minha parte querer condenar novas práticas (embora ache algumas inúteisContinuar lendo “Reflexões sobre Magia”

A COVID-19 e A Lei da Vibração

Não é de hoje que nosso Planeta anuncia mudanças. Embora possamos elencar vários motivos que justificam o caos atual, como o nosso egoísmo, a antissociabilidade com nossa própria raça (e com os demais habitantes do Planeta) e a ausência ou inversão de valores primários do respeito à vida; esse controle populacional (Obaluaiê/Omulú), essa pandemia, nosContinuar lendo “A COVID-19 e A Lei da Vibração”

O que sabes de mim?

Como falas assimse nem me vistes uma noitee dizes ferir-te como açoitea saudade que tens de mim? Como ousas dizer meu nomenos bares que clamam na madrugadaminha presença torpe, apaixonada, e dizes que isso a deixa insone? Dizes como os que me conhecempelo pouco que lestes de mim,mas se muitas vezes nem são assimas tempestadesContinuar lendo “O que sabes de mim?”

Escrevi em prosa porque tenho pouco a dizer

Quando eu era pequeno tive uma namoradinha, Elisabete, era como se chamava. Eu não lembro se quando a pedi em namoro tinha rosas, se foi em algum lugar especial da escola ou se disse algo bonito, ou se, de fato, alguém fez um pedido oficial, mas eu lembro da mãe dela dizendo: “eles são tãoContinuar lendo “Escrevi em prosa porque tenho pouco a dizer”

Para os olhos teus

Não, meus versos não sãopara teus olhos rasos,que veem na vidauma sequência de acasosquando na vidanada acaso é. Meus versos sãopara os que à beira-maragradecem conscientesde que o sopro da Terraque infla seus pulmõesvem de outro continente. Não, meus olhos não sãopara teus versos rasosde quem sempre teve tudo e a felicidade tornou-se banal. MeusContinuar lendo “Para os olhos teus”

O cadáver da casa nº260

— Você falou que quando chegou ele já estava assim? — Isso, próximo ao sofá. — Como? — O cadáver estava em decúbito dorsal, com os braços estendidos, olhos fechados e a boca aberta como quem deu um último brado na luta contra a morte, fora derrotado. — Sim… fazia tempo que ele vinha fraco,Continuar lendo “O cadáver da casa nº260”

Desculpa se disse que te amo

Desculpa se disse que te amode repente, sem te deixar escolha…eu também não tive igual.Por favor, desculpe meu deslizeminha redundante tolicede amar sempre desigual. Desculpa se disse que te amose fiz assim como quem diz,causando-te surpresa e espanto,antes dos seus desencantos,que você me faz feliz. Desculpa, mas é que háno sereno do meu olharurgência comoContinuar lendo “Desculpa se disse que te amo”